Terça-feira, Outubro 28, 2003

(Esse post acho que ninguém vai entender, mas...)

Disseram-me que os sinos tocariam.
Não ouvi sinos tocarem.
Mas, senti aquele gostinho de jabuticaba.
E entendi o recado...


Sophia  as 5:15 PM Diga a Verdade:

Ela sabia que não devia. E que devia ser bom. Que era preciso ter calma. Mas que desejo não se acalma. Resolveu enfrentar tudo. Até o absurdo. Foi lá, bateu em sua porta e, simplesmente, disse: "Quero você." O que ela ganhou em troca? A certeza de estar viva.

Sophia  as 5:14 PM Diga a Verdade:

Nova cor nos cabelos: R$15,00
Show da Zaccatimuana: R$7,00
Mini-saia nova: R$30,00
Ser flagrada com outro pelo seu paquera, na festa para a qual você o tinha convidado: não tem preço.


Sophia  as 5:13 PM Diga a Verdade:

Psiu, silêncio.
Preciso ouvir seus pensamentos.
Descobrir em você a freqüência que atrai meus pensamentos.
É uma questão de vida.
Minha vida mais vivida em você.
Não se deve, eu bem sei, viver a vida de outrem.
Mas, a vida é menos vivida quando não se tem alguém.


Sophia  as 5:13 PM Diga a Verdade:
Sexta-feira, Outubro 24, 2003

Presente de artista! ;)
PoemaPonto.jpg

Sophia  as 7:42 PM Diga a Verdade:
Terça-feira, Outubro 21, 2003

Canção de violão

Aqui, nessa roda de amigos,
Saudade já está sumindo,
Ao som do violão as notas doces vão surgindo,
Olhares revelam a ternura.

Ouvi seu coração dizer que me quer na canção,
As cordas da viola atam minhas mãos,
Por você faria qualquer loucura.

O mar daqui é tão azul,
Queria navegar em seu olhar nu,
Sentir as ondas das tuas lágrimas de prazer,
Seu maior desejo satisfazer,
Para mim, isto seria o céu.
Ninguém, meu bem, vai rasgar este papel,

As partituras da canção tocam em meu coração,
E assim eu vou, compondo só para você,
É tão bom sentir minha música em seus olhos...

E assim seguirei eternamente,
Presa em seu olhar,
Fazendo cada nota dos meus versos soar,
Para sempre meu amor será seu,
Dono dos sonhos meus!


Sophia  as 3:22 PM Diga a Verdade:
Domingo, Outubro 12, 2003


Perfume das Estrelas

Posso sentir o perfume das estrelas,
Onde eu aprendi isto?
Ouço a chuva beijando as telhas,
Por que será que eu insisto em sonhar?

Sonhos nos fazem ausentes no presente,
Prefiro dizer sim e tentar,
Viver até o fim e arriscar.

As folhas bailam ao vento,
O tempo transforma em lembrança
Cada momento, cada esperança.

Você já beijou alguém e quis chorar?
Já tentou enxergar além da linha do mar?
Dizer amém não é saber rezar!

Assobio a canção do bem-te-vi,
Fecho os olhos e bem vejo você aqui.
Se eu te ligasse agora
Você viria?
Sei que não é hora,
Mas há hora para a alegria?


Eu te prometo o mar,
Uma praia e o Sol a brilhar,
Só nós dois num conversível,
Uma cabana abandonada,
Um amor invencível,
A Lua coberta de prata,
Testemunha do paraíso,
E, por fim, o doce prazer
De ser só meu o seu sorriso!


Sophia  as 7:39 PM Diga a Verdade:

Vamos brincar?

Pegue um papel e liste todos os seus sonhos e planos para o futuro (adoro brincar disso!). todos eles: cursos, concursos, viagens, carreira, hobbies, bens, etc. Pense nos detalhes: ordem cronológica, prioridades, datas, gastos, lucros, conseqüências... Pensou? Agora, responda:
Em todos esses pensamentos, você estava sozinho ou havia sempre alguém (a mesma pessoa) ao seu lado?
Se sua resposta for a segunda alternativa, está na hora de apagar a sua lista e voltar para o começo do jogo.


Sophia  as 7:29 PM Diga a Verdade:

Invasão de Privacidade

Imagina se um dia Deus te perguntasse: "Fulano, eu estava aqui pensando: você prefere ter, no mundo, um cantinho especial só para você, onde você possa ficar em paz, dormir ouvindo música, ler com a luz acesa até tarde, ficar peladão com alguém especial, deixar tudo bagunçado, ligar a TV de madrugada, chorar à vontade sem ter que explicar o porquê, ligar o ventilador no máximo, pendurar só os seus retratos... ou você prefere ter uma irmã gêmea?"


Sophia  as 7:27 PM Diga a Verdade:

Caí de Madura

Se tem uma coisa que eu acho indispensável em qualquer relacionamento é a maturidade. Maturidade de conhecer e reconhecer o outro, respeitando as diferenças. Essa maturidade que, geralmente, se alcança com o convívio próximo, com a intimidade própria da amizade. Maturidade para perceber quando sua presença é extremamente necessária ou quando tudo o que o outro precisa é ficar sozinho.
Ainda sou aprendiz em tudo isso, mas, pelo menos já enxergo (e tento compreender), nas pessoas mais próximas, quando a minha presença é incômoda. Daí a ter de enfrentar chiliquinho por não ter compreendido o meu desejo (e direito!) de privacidade, é realmente cair de madura!


Sophia  as 7:26 PM Diga a Verdade:
Sexta-feira, Outubro 03, 2003

Bem, esse texto ainda não é meu, mas, é digno de ser exposto no meu blog! Olha que bonito! É da minha colega, Camila, também redatora.

(Picador de papéis)

É para acabar com a idéias perdidas, resolvi colocar você. Não, não coloquei a foto. Não faço vodu. Achei uma carta com um punhado de mentiras, ou, como você diria, de suas temporalidades. Com toda insegurança do mundo, hesitando pelo medo de um futuro saudosismo, coloquei-o no seu fim. Ou no seu fim meu. Lá foi, era quase tudo o que podia representar para mim. A foto eu prefiro devolver ¿ nada mais óbvio do que se desfazer do que nos desfaz. Do outro lado, as tiras saíam, dividindo aquele seu texto em linhas falsas, deixadas nos meus antigos minutos. Uma nota que passeava na minha mesa quase fez parte do homicídio; puxei assustada, me arranhei no grampeador, derrubei o café na mesa. E enquanto suas letras pingavam de um lado, caindo direto no lixo, o café pingava do outro, sangrando no carpete. A minha mão ¿ grrrrrrrr - doía uma marca do seu fim. Droga. Fiz de tudo pra sua morte não ser dolorida.

Camila L. C. Albuquerque


Sophia  as 6:35 PM Diga a Verdade:
Quinta-feira, Outubro 02, 2003

Calma, calma, ando completamente sem tempo, mas, vou atualizar meu blog até segunda-feira. Por enquanto, ninguém melhor do que Nando Reis para me substituir :)

No Recreio
by Nando Reis

Quer saber quando te olhei na piscina
Se apoiando com as mãos na borda
Fervendo a água que não era tão fria
E o azulejo se partiu porque a porta
Do nosso amor estava se abrindo

E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar, eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
Então quero mudar de lugar, eu quero estar no lugar
Da sala pra te receber

Na cor do esmalte que você vai escolher
Só para as unhas pintar
Quando é que você vai sacar
Que o vão que fazem suas mãos
É só porque você não está comigo
Só é possível te amar...

Seus pés se espalham em fivela e sandália
E o chão se abre por dois sorrisos
Virão guiando o seu corpo que é praia
De um escândalo charme macio
Que cor terá se derreter?
Que som os lábios vão morder?
Vem me ensinar a falar
Vem me ensinar ter você

Na minha boca agora mora o teu nome
É a vista que os meus olhos querem ter
Sem precisar procurar
Nem descansar e adormecer
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
Olhar pro sol só ver janela e cortina

No meu coração fiz um lar
O meu coração é o teu lar
E de que me adianta tanta mobília
Se você não está comigo
Só é possível te amar

Ouve os sinos, amor
Só é possível te amar
Escorre aos litros, o amor


Sophia  as 4:11 PM Diga a Verdade:


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